Visita 2009

sábado, 3 de março de 2012

Você crê na existência da alma?


Ninguém tem culpa de ser o que é, se não pôde escolher seus pais e avós e nasceu com os defeitos e virtudes que lhe foram transmitidos pela hereditariedade. O que podemos é escolher nosso lugar no mundo e a moldar nossas qualidades – positivas ou negativas – com força de vontade, através do estudo e da educação.

Ciência e fé


A ciência, com técnica, estrutura o progresso; a filosofia com a sabedoria, a civilização. A religião, com a fé, unindo o progresso e a civilização, dá ao homem – o que sofre a influência do meio – o sentimento que lhe purifica à alma.



O progresso eletrônico mecanizou a arte. O cinema, televisão, rádio, internet e demais tecnologias reproduzem as imagens, os gestos e os sons em noventa e nove por cento. No um por cento restante é que está, precisamente o sentimento da alma, que só pode ser pressentido ao vivo, quando visto ou ouvido diretamente de quem o cria e transmite. A alma, criação de Deus, não poderá nunca ser “fabricada” pelo homem. A arte adorna o progresso. Quanto mais bela ela é, maior a civilização de um povo.


A hereditariedade é a comprovação material da existência da alma. O progresso da ciência, por maior que ele seja, não conseguirá nunca igualar a execução de uma sinfonia ouvida diretamente de uma orquestra com a da gravação de um CD ou DVD.


Quem nos deu a Razão para que pudéssemos compreender – por nós mesmos – todas as coisas? – Deus. Então, é Deus quem nos prova a existência da alma. O homem jamais atingirá a perfeição absoluta de seus empreendimentos. A própria filosofia já confessou que está cheia de “absolutos”, mas sem nenhuma “certeza”.



Deus deu ao homem, entre outras coisas a consciência e a alma. Ambas são abstratas. Quem não crê na existência da alma, poderá também acreditar que tenha consciência?

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