Visita 2009

domingo, 20 de abril de 2014

Assistir Blue Jasmine Dublado

Descrição: Filme que rendeu o Oscar de Melhor Atriz 2014 para Cate Blanchett." O filme conta a história de uma mulher rica (Cate Blanchett) perde todo seu dinheiro e é obrigada a morar em São Francisco com sua irmã (Sally Hawkins), em uma casa muito mais modesta. Ela acaba encontrando um homem (Alec Baldwin) na Bay Area que pode resolver seus problemas financeiros, mas antes ela precisa descobrir quem ela é, e precisa aceitar que São Francisco será sua nova casa.

Assistir O Expresso da Meia-Noite Dublado

Descrição: sua vida está se transformando em um pesadelo a partir de então, pois é brutalmente espancado e jogado em uma imunda prisão. Quando espera ser libertado é levado a um novo julgamento com efeito retroativo, que o condena a uma longa pena.

http://www.assistirfilmesantigos.net/2013/07/o-expresso-da-meia-noite-dublado.html

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Pastel Português à milanesa - recheio de ricota e queijo canastra

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Ingredientes:
4 xícaras de leite
2 colheres de manteiga
um pouco de sal

Creme de queijo:
1 ricota fresca com sal pequena
200 g de queijo canastra ralado
Passar no processador ou misturar bastante.

2 ovos (para passar nos pastéis)
1 prato de farinha de rosca (para empanar)

Modo de fazer:
Colocar no fogo para ferver 4 xícaras (chá) de leite, 2 colheres (sopa) de manteiga, um pouco de sal.


Quando começar a ferver juntar 4 xícaras de farinha de trigo. 

Fazer um angu mexendo com uma colher de pau. Desligar o fogo. 

Ainda quente, sem queimar a mão, sovar um pouco a massa (sem enfarinhar)


Deixar esfriar e abrir com um rolo. Se não for usar na hora, colocar dentro de um saco plástico até na hora de abrir. Jogar um pouco de farinha na mesa somente uma vez. Essa massa é macia e boa de trabalhar.


Cortar os pastéis com a boca de um copo. 

 rechear com o creme de ricota e queijo canastra. Pode colocar azeitonas picadas.


Fechar os pastéis e apertar com garfo. 



Passar os pastéis na clara e na farinha de rosca.



Colocar numa assadeira grande. Não precisa untar.
Forno 180°, em média 35 minutos.



Quantidade de pastéis desta receita: 50



MUITO BOM! RECEITA FÁCIL. 
Pode colocar recheio de camarão, frango, carne moída, presunto e mussarela, queijo prato...


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Assistir Império do Sol - online



http://megafilmeshd.net/imperio-do-sol/

Jim Graham (Christian Bale) é um garoto de 11 anos de uma família inglesa que vive no Oriente. Jim tem um padrão de vida alto, mas de repente é separado de seus pais em virtude da China ser invadida pelo Japão. Isto o força a se defender e o obriga a crescer, tornando-se então um sobrevivente em um campo de concentração com rígidas regras.

Pão de liquidificador

INGREDIENTES

  • 800 ml de água morna
  • 1/3 xícara de óleo
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de sal
  • 1 ovo inteiro
  • 1 envelope de fermento fleischmann
  • 1 kg de trigo (mais ou menos)

MODO DE PREPARO

  1. Bata no liquidificador
  2. Coloque em uma bacia e acrescente aos poucos mais ou menos 1 kg de trigo
  3. A massa fica bem mole
  4. Apenas misture com uma colher de pau
  5. Unte as formas de pão (duas médias)
  6. Coloque a massa e espere crescer até dobrar de volume
  7. Asse em forno médio até dourar
  8. http://www.tudogostoso.com.br/receita/3751-pao-de-liquidificador.html?utm_source=facebook.com&utm_medium=referral&utm_campaign=imggrande

Fotos antigas de Belo Horizonte

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=572106&page=87

Os bastidores dos Simpsons

Personagens invertidos, dubladores em greve, trapaças empresariais, roteiros escritos por cientistas. Prepare-se para conhecer os segredos da família mais politicamente incorreta da TV

por Marcos Ricardo dos Santos

A fita finalmente chegou. E uma pequena multidão de 50 roteiristas, editores, desenhistas, diretores, executivos e até faxineiros se espremeu numa salinha para ver o resultado de 6 meses de trabalho. Era um programa meio estranho. Embora se destinasse a adultos, ele era um desenho animado. Contava a história de uma família disfuncional e estava cheio de humor ácido e politicamente incorreto. Nada a ver com as séries bobinhas que na época (1989) faziam sucesso na TV americana, como Três É Demais, Cheers e Cosby Show. Uma aposta muito ousada, grande cartada da Fox - emissora que acabara de estrear. Alguém colocou a fita no videocassete e apertou o play. "Houve um silêncio mortal. O programa tinha ficado um lixo", conta o editor Brian Roberts. Tudo porque o dono da emissora, o empresário Rupert Murdoch (que era dono de tabloides sensacionalistas e estava começando a se aventurar no mundo na TV), quis fazer economia: para gastar menos, mandou a animação ser feita na Coreia do Sul. "Várias cenas vieram faltando, as cores erradas, os ângulos errados, uma tragédia", lembra o desenhista Gabor Csupo. As piadas também não agradaram. Depois dos primeiros 5 minutos, ninguém mais riu, e as pessoas começaram a sair da sala. O cartunista Matt Groening, criador da série, saiu da reunião arrasado e ficou uma semana sem conseguir dormir. Tudo indicava que Os Simpsons iriam acabar antes mesmo de começar.

Não foi assim. A série se tornou a mais bem-sucedida de todos os tempos, com 464 episódios traduzidos para 45 idiomas em 90 países. Os Simpsons são um dos principais, se não o principal, ícone da cultura pop das últimas décadas. Mas só agora, depois de 21 temporadas, seus bastidores começaram a ser desvendados. No livro Simpsons: An Uncensored, Unauthorized Story (sem versão em português), do canadense John Ortved, os criadores da série abrem o jogo pela primeira vez - e revelam uma história cheia de intrigas, conflitos e curiosidades. Entre elas: dois personagens tiveram as vozes invertidas, os roteiros são escritos por cientistas e Matt Groening não é o verdadeiro responsável pelo sucesso. 

Filho de uma professora e de um publicitário, Matt Groening teve uma educação meio hippie: se formou numa faculdade que não tinha provas, trabalhos, notas nem aulas obrigatórias. Aos 23 anos de idade, foi para Los Angeles com a ambição de ser escritor. Não conseguiu, odiou a cidade e extravasou criando uma tirinha em quadrinhos chamada Life in Hell ("Vida no Inferno") - cujos personagens eram um casal gay e o coelhinho Binky, que tinha um filhote bastardo e com uma só orelha chamado Bongo. Mais ácido, impossível. A tirinha começou a ser publicada por revistas alternativas até que um de seus episódios, intitulado Sucesso e Fracasso em Hollywood, foi parar nas mãos do produtor James Brooks. Ele era o completo oposto de Groening: extremamente bem-sucedido, tinha acabado de vencer um Emmy (o Oscar da TV americana) e ganhou essa tirinha emoldurada de presente de uma amiga. Brooks adorou e quis transformar Life in Hell em desenhos animados de um minuto. 

Por incrível que pareça, Matt Groening recusou o negócio. Ele estava ganhando algum dinheiro vendendo canecas e camisetas com os personagens da tirinha e não queria transferir os direitos comerciais para a Fox. Mas Groening não dava muita bola para sua outra criação: Os Simpsons, que ofereceu à emissora como uma espécie de prêmio de consolação. Ele desenhou os personagens num guardanapo e anotou seus nomes, que são os mesmos da sua própria família - Homer, Marge, Lisa e Maggie são os nomes do pai, da mãe e das duas irmãs de Groening na vida real (o nome Bart é inventado). 

A ideia da emissora era colocar os Simpsons dentro de seu programa de humor, o The Tracey Ullman Show. E, para economizar, a emissora não contratou dubladores. As vozes dos personagens seriam feitas pelos próprios atores do programa principal: Dan Castellaneta, como Homer, e Julie Kavner, como Marge. A atriz Yeardley Smith, que iria fazer a voz de Bart, não agradou. Ela afinou um pouco a voz e acabou pegando o papel de Lisa. E vice-versa: Nancy Cartwright, que iria dublar Lisa, ficou com Bart. Tudo porque, quando viu o desenho e a descrição do personagem, ela soltou um elogio com sua voz esganiçada: "Whoa, man, yeah!" ("uau, cara", que viria a se tornar a principal expressão de Bart). 

O SEGUNDO AUTOR
O primeiro clipe dos Simpsons ficou péssimo. Mas, depois de ser refeito várias vezes, acabou dando certo e indo ao ar. E o livro conta que isso, segundo as pessoas que trabalharam nele, foi mérito de uma pessoa: o roteirista Sam Simon. Matt Groening levava a fama, mas Simon era o responsável pela criação, pela animação, pela produção e pela pós-produção dos Simpsons. Ele redesenhou praticamente todos os personagens e deu a eles suas características atuais. O palhaço Krusty, por exemplo, tinha sido inspirado em Rusty Nails - um palhaço idoso e bonzinho que Groening havia visto na TV quando era criança. Foi Sam Simon que o transformou numa figura depravada (e hilária), que fuma como uma chaminé e se aproveita de crianças. Simon é considerado o verdadeiro responsável pelo sucesso dos Simpsons - inclusive quando a série deixou o Tracey Ullman Show e ganhou vida própria.

"Matt Groening era o rei do marketing. Ele ficava sentado em sua sala assinando pôsteres e criando novas maneiras de fazer merchandising, enquanto Sam e os roteiristas produziam episódios brilhantes", acusa o editor Brian Roberts. Com o tempo, Groening começou a ser ignorado pela própria equipe. "Às vezes, ele entrava na sala com as ideias mais estúpidas. Por exemplo: estávamos escrevendo um episódio no qual finalmente Marge desprendia o cabelo. Matt queria que ela tivesse orelhas de coelho, o que seria ridículo", conta a roteirista Daria Paris. Groening e Simon passaram a brigar cada vez mais. Até que, na 4ª temporada, Simon deixou a série. Mas até hoje, mais de 15 anos depois, ele recebe da Fox. O valor é estimado em US$ 30 milhões anuais e vem de um contrato que dá a Simon participação vitalícia nos lucros dos Simpsons (que ele convenceu a emissora a assinar quando trabalhava na série).

No fim de sua 1ª temporada, em 1990, Os Simpsons colocaram a Fox no mapa: o programa foi o único da emissora a figurar entre os 10 mais vistos da TV americana. Então Rupert Murdoch tomou uma decisão: enfrentar o Cosby Show, que era estrelado pelo comediante Bill Cosby na emissora NBC, e havia vários anos o programa mais assistido dos EUA. Os Simpsons começou a ser exibido no mesmo horário de Cosby - que perdeu espaço e saiu do ar alguns meses depois. A partir daí, o sucesso começou a atingir proporções inimagináveis: era vendido 1 milhão de camisetas por dia com a estampa de Bart Simpson. Com o sucesso, a equipe de roteiristas cresceu e chegou a 16 pessoas, o que se mantém até hoje. Mas eles não vieram de Hollywood, da cena de humor ou dos bares de stand-up comedy. A maioria foi recrutada numa das melhores universidades do mundo: Harvard, onde os estudantes produziam um jornalzinho satírico chamado Harvard Lampoon. "Entre a 2ª e a 8ª temporada da série, pelos menos 80% dos nossos roteiristas eram gente vinda de Harvard", conta o produtor Bill Oakley. Foi uma grande inovação no jeito de fazer TV. E foi o que deu aos Simpsons suas piadas sofisticadas - cheias de referências a questões culturais, sociais e políticas. 

"Hoje em dia, nas melhores escolas de escritores, os jovens não querem escrever literatura. Eles querem escrever para a televisão. E o prêmio maior é conseguir escrever para Os Simpsons", diz o jornalista e escritor Tom Wolfe. Mas a equipe de roteiristas também incluía pessoas sem formação em literatura, como físicos e advogados - o único requisito para ser contratado pelo desenho era ser engraçado e saber escrever piadas. E a tradição continua até hoje: o roteirista Matt Warburton tem um diploma de neurociência cognitiva pela Universidade Harvard, mesma instituição onde o diretor Al Jean se formou matemático, e o redator Bill Odenkirk é doutor em química pela Universidade de Chicago. 

Se o sucesso intelectual dos Simpsons é fruto da inteligência criativa reunida na sala dos roteiristas, o sucesso comercial é mérito do produtor James Brooks. Mas, segundo o livro, ele nem sempre agiu de forma totalmente honesta. Passou a perna no também produtor Jerry Benson, que era seu amigo íntimo e parceiro desde os anos 60. Benson participou da criação do desenho e supostamente teria direito, por contrato, a ficar com uma parte dos lucros dos Simpsons. Mas nunca levou nada, e teve de entrar na Justiça para brigar por seus direitos. Acabou aceitando um acordo de US$ 100 mil - valor irrisório por uma participação que valia milhões de dólares. Os dois nunca mais se falaram, e Benson morreu em 2006.

A BRIGA NA FAMÍLIA 
Nas duas primeiras temporadas, os atores que fazem as principais vozes (Bart, Lisa, Homer e Marge) recebiam US$ 3 mil por episódio cada um. Com o passar dos anos, esse valor foi aumentando até chegar, em 1999, a US$ 25 mil por episódio. Era bastante, mas era nada perto do que ganhavam os astros da série Seinfeld, por exemplo (US$ 600 mil por episódio cada um). Isso causou revolta entre os dubladores, que entraram em greve. Eles achavam que suas vozes eram essenciais para os personagens. Rupert Murdoch não concordava, e ameaçou demitir todo mundo. Os contratos acabaram sendo renegociados - hoje cada voz dos Simpsons recebe US$ 300 mil por episódio -, mas a Fox fez uma malandragem: com uma manobra jurídica, conseguiu que o aumento só começasse a ser pago 5 anos depois. Mais uma greve, e mais um surto de ódio entre os atores e a emissora. O dublador Harry Shearer, que faz as vozes de vários personagens (como Mr. Burns, Smithers, Flanders, Diretor Skinner e Reverendo Lovejoy), começou a andar pelos estúdios da emissora vestindo uma camiseta na qual estava escrito: "Você vai receber em 2005". A crise foi resolvida, mas deixou marcas profundas. No 13º episódio da 10ª temporada da série, Homer faz um ataque velado à Fox: diz que as emissoras gostam de desenhos animados porque podem pagar uma mixaria aos dubladores. E Ned Flanders completa: "E podem trocá-los sem que ninguém perceba a diferença". Apesar dos conflitos, das polêmicas e das brigas por dinheiro, os Simpsons conquistaram um legado indiscutível: US$ 3 bilhões em receita (somente o filme rendeu US$ 526 milhões) e fãs incondicionais em todo o mundo. Mas o verdadeiro motivo disso não é o que se imagina. O produtor Jay Kogen explica: "Nós pensávamos que estávamos escrevendo programas inteligentes e especiais, cheios de boas piadas. Foi aí que vimos um estudo feito pela Fox. Ele mostrava que os principais motivos pelos quais as pessoas gostavam dos Simpsons eram as cores bonitas, e quando Homer batia com a cabeça". Doh!
PHDs em piadas
Como os redatores-cientistas influenciaram a série.

Entre os roteiristas dos Simpsons, há cientistas de várias especialidades (leia no texto ao lado). E isso teve efeitos nítidos sobre a série. Entre todas as celebridades que já tiveram participações no desenho, quem mais apareceu foi um cientista: Stephen Hawking (4 vezes). E os redatores também incluíram diversas piadas de teor científico. No 21º episódio da 6ª temporada, por exemplo, Lisa tenta criar uma máquina de moto-perpétuo. E Homer diz: "Lisa, nesta casa obedecemos às leis da termodinâmica".


Para saber mais 

The Simpsons: An Uncensored, Unauthorized Story
John Ortved, faber & Faber, 2010.
http://super.abril.com.br/cultura/bastidores-simpsons-597482.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_supe
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Finger Food



http://pt.petitchef.com/receitas/finger-food

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Receita Canapé de Pasta Defumada Rosé

Canapé de Pasta Defumada Rosé

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Ingredientes: -200g de peito defumado de chester moído -100g de cream cheese -150g de ricota fresca passada pela peneira -1/3 xícara (chá) de catchup -1/4 xícara (chá) de maionese -1/4 xícara (chá) de creme de leite em caixinha ou fresco[...]
Receita Dips

Dips

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Dip à Americana Ingredientes: -2 xícaras de sobras de frango assado, sem pele e picado -1 xícara de maionese -1 xícara de cogumelos de conserva, escorridos e picados -1 xícara de flocos de milho -Sal e pimenta do reino preta -2 folhas[...]



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http://docesinspiracoesporrobertagiovaneli.blogspot.com.br/2013/09/finger-food.html
Receita base para fazer pastas/recheios para finger food

Colocar no processador:
500 gramas de ricota passada pelo processador
Acrescentar 200 ml de leite fervendo, processar até formar uma pasta tipo um queijo cremoso.

* Dicas importantes:

1 - Preparar 24 horas antes de aplicar, armazenar na geladeira em recipiente bem fechado. 

2 - Pode-se guardar na geladeira até 07 dias.
3 - Esta pasta não pode ser congelada.
4 - Rendimento: 80 a 100 unidades.










Pasta de Queijo com Damasco:

200 gramas de requeijão, em embalagem plástica ou 1 copo de requeijão
Pimenta do reino branca a gosto
sal a gosto
Processar.
Colocar a pasta em um saco de confeitar com bico pitanga ou bico estrela de 6 pontas.
Cortar um damasco seco ao meio, e aplicar uma porção do creme e salpicar com gergelim preto.





Pasta de Perú Defumado:

200 gramas de peito de peru 

2 colheres de creme de leite
Pápicra picante e sal a gosto 


Acrescentar uma receita básica de ricota, bater, colocar no saco de confeitar, bico pitanga.
Usar pão integral, ou outros, corta com o cortador redondo, leva para o forno para dar uma leve crocância e aplicar a pasta de peru.

Decorar com um pedaço de morango.Rende 90 a 100 unidades









Pasta de Azeitonas Pretas:

150 gramas de azeitonas pretas sem coroços
500 de ricota
Processar os ingredientes e com bico de confeitar pitanga grande preencher barquinhas de massa folhada de boa qualidade.
Decorar com folha de hortelã.
Pode usar também, 150 gramas de tomate seco sem o óleo e 150 gramas de nozes processadas, e salpicar com noz moscada a gosto.

A mistura base deve ser sempre com queijos macios. Não usar maionese nas barquetes, pois amolecem a massa.




 

Pasta de Salsinha:


Uma receita da base de ricota
1 xícara (chá) de salsinha picada
Sal e molho de alho a gosto
Pode-se usar esta pasta em pão de Wrap ou panqueca

Montagem passo-a-passo do wrap/panqueca :

Colocar  a pasta de salsinha com bico de confeitar ( como mostra a foto ), no pão de wrap.
 



 Colocar 2 fatias de queijo prato


Enrolar e cortar o wrap recheado em fatias.




 

Espetar um palito transparente para decorar.




Pode-se usar outro tipo de recheio, como palmito. 
Nesse caso, o palmito deve ser refogado antes de aplicar.










Push Pop Cake :

400 gramas de frango cozido desfiado ( cozinhar com sal, cebola e alho )
Pão preto, ou pão integral ou pão branco, cortados em discos que cabem dentro do push pop cake.  ( O pão usado deve estar firme ).

Fazer um refogado com azeite, cebola picada, temperos e o frango cozido. (molho de tomate pode ser acrescentado para dar cor )
Misturar 500 gramas da base de ricota.
Colocar a mistura do patê de frango em uma manga de confeitar com bico pitanga grande ou outro.

Montagem:
No copinho do push pop cake colocar um disco de pão firme, a pasta de frango, outro disco de pão, pasta de frango e decorar com cenoura em filetes e tomate cereja terminado com um raminha de salsa fresca.( Pode-se fazer a pasta também com calabresa, camarão, palmito, atum, sardinha ou sardela. Para servir para criança, uma boa idéia é fazer uma pasta de salsicha)